Voto-me à simplicidade perante as alternativas eleitorais.
Ao vapor de um chá de limonete.
Ao cheiro a café quente.
À sopa fumegante.
Às memórias que me recordam, quando me esqueço, que do lado de me, há um outro te.
Inebriante o prazer de me deitar no horizonte, apenas para saber a que sabe a castidade de uma paisagem.
2011-09-30
2011-09-29
2011-09-20
2011-09-19
2011-09-15
2011-09-08
2011-09-07
2011-09-05
Ainda não saí do escritório hoje, desde que aqui entrei.
A porta aberta permite-me ver apenas a porta do escritório em frente.
Valem-me as nuvens que vão entrando e trazendo casas de xisto, telhados a fumegar, o sino das capelas espalhadas pelos montes e, de vez em quando, uma outra outra ovelhita que espreita e foge assustada, nem eu nem ela percebemos o que anda aqui a a fazer.
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