2008-12-22

Para ti, o Natal


Que o Espírito de Natal sejas tu... E que tu, sejas tu sempre que quiseres... Feliz Natal

obs.: a imagem foi obtida na Internet, enquanto que as letras foram nevadas por mim

2008-12-19

Sentei-me na vereda da minha sombra,
arrepio sentidos
e sonho com o retorno
dos idos,
mas dos quatro ventos que uivei
todos partiram
para lá do que sonhei.

Quanto de mim tem nome de pó,
lá, no frio e quente
da vida,
sem mim
sinto-me só.

2008-12-10

Está frio. Chaves nunca foi quente, mas agora que estou cá por uns dias parece ser mais fria. Vou deslizar para debaixo dos cobertores e deixar que, quase sonâmbulo, as mãos que ainda me valem tentem desenhar as telas que me viram.

Eu volto, sei que sim, mas até lá o que vês aqui é isto, mãos com frio e palavras sozinhas.

2008-12-01

Venho aqui de passagem, lembrei-me que poderias sentir frio, de facto está bastante frio... Tenho-te deixado sozinho, as próprias letras estranham, mas, olha, não tem dado, não tenho tido tempo... Ultimamente o tempo parece-me ser de outro tempo que não o tempo que conheço, foge-me das mãos, esgueira-se por locais onde não o posso seguir... Estou em Chaves, novamente, toda a semana... A ver vamos, se o tempo me deixa escrever um pouco, na cama, à noite, no caderno, aqui, em qualquer lado, sozinho e frio.

Eu volto.