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A mostrar mensagens de Março, 2013
Sonhei com todas as quadras que o giz desenhou no chão, guiado por uma qualquer mão invisível que se agarrava ao corpo como um pingo de chuva se deixa cair na esperança de voltar a ser nuvem.
Enquanto se forquilham ideias, outras carências subsistem apenas porque não nos sabemos eternos. Haja medo, que o ocaso dos sonhos não transpõe quem de si se pesadela.
Foram pedras, a semente, do que florirá agora o futuro?