2011-09-29

Não pelo Sol, que me atormenta o dia, mas pela luz que se esvai, como pérolas a porcos fajutos, sem que se acorrentem os mais e se soltem os menos, para que no vazio, no nada, se desprendam as coloniais faces e se descubram, ao dia, aquilo que cada um é sem saber ser.

1 comentário:

BlueShell disse...

A aparência e a essência...sempre tema para "mangas": adorável a a maneira como o escreves!
Bj
BShell