Chove e está frio.
Meto as chaves do carro no bolso das calças, as mãos de seguida, semicerro os olhos e avanço para debaixo das nuvens.
Chove.
Vou e venho já, no entanto, quando sair daqui sei que me encontrarei, aquele outro eu que vive quando chove.
Sim, chove.