Vem cedo, noite, entrar nos meus olhos e deixar-me cair e descansar, ainda que nada se aglomere e rime. Hoje estou telúrico, sequioso e afoito para dormir até a vida saciar-se...
Cobre-se a vida na candura o branco e o invisível que perdura, sagrado o dia espreguiça-se pela tarde e é Deus (de quem tudo tive) que sussurra: a vida é o que em nós Vive.
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