2012-04-02

Choveu, como quem se espreguiça, fazem-me falta os trovões, o imponente barulho murmurado da Natureza, como quem se senta no colo da vida e espera, três, dois, um, outro trovão. Nada de relâmpagos, as nuvens que se afoitam e se iluminam para ver saltar a faiscada fugiram e eu, sentado no colo da vida, encosto-me a ela, fecho os olhos e espreguiço-me, como quem se choveu.

1 comentário:

Zé Povinho disse...

Chuva de pouca dura e que não acalma o espírito nem afasta a secura dos campos.
Abraço do Zé