Era o mundo nosso,
reino de rugas,
urzes e fragas,
solo pedregoso talhado a suor,
memórias caídas
que com teu esquecimento esmagas.
Pasto-me ao largo
e volto empastado no lombo
sem rédea, coice ou afago,
percorro meu destino redondo
enquanto não me Inverno com os estrepes da colheita
e o trotear com que na paisagem me apago.
4 comentários:
Não tenho passado por aqui. Lia agora uns quantos post. Adorei o teu poema "Distantes". Lindo. Parabéns.
jinhos meus
isabel
agora em novo endereço, caso queiras passar por lá:
www.pensofaloexisto.blogspot.com
Vim deixar um beijo.
Também eu ando ausente destes espaços em que as palavras ganham sentido.
Até já, espero eu..
Zé Miguel
...muito bonito o poema!
Parabéns!
..."percorro meu destino redondo
enquanto não me Inverno com os estrepes da colheita
e o trotear com que na paisagem me apago."
xis létinha
perfect
^^
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