Cais-me
como as manhãs frias no acordar,
palpitas-me o peito
e a vida
na junção do dia com teu olhar.
Cresces-me
como a vida num momento,
sussurras-me o silêncio
e o sorriso
no beijar do sonho com meu vento.
Leva-me no ventre,
percorre as horas da madrugada
e dá ao Sol
quem te prometeu,
hoje dormem as estrelas em ti,
amanhã o presente não tem forma,
sou eu...
como as manhãs frias no acordar,
palpitas-me o peito
e a vida
na junção do dia com teu olhar.
Cresces-me
como a vida num momento,
sussurras-me o silêncio
e o sorriso
no beijar do sonho com meu vento.
Leva-me no ventre,
percorre as horas da madrugada
e dá ao Sol
quem te prometeu,
hoje dormem as estrelas em ti,
amanhã o presente não tem forma,
sou eu...
7 comentários:
Vamos então, como sempre,
esperar pelo dia de amanhã!
Um abraço
o presente não tem forma, só no dia seguinte. a sua forma transformou-se em passado.
jinhos
Amanheceu aqui...
:)
Sim... Parabens Aninha querida!
Gosto muito de ti!
Gosto muito de voces!
Desejo o melhor do mundo!
afinal há luz...
consegues vê-la?
kerido Miguel
...poema lindo!
..."amanhã o presente não tem forma/ sou eu..." ...
dois versos esplêndidos!
xis létinha
Lindo poema!
Vim deixar um beijo e desejar um bom dia, cheio de música.
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