É um pouco contra o que quer fazer. Escrevo apenas para sentir a chuva. Deitado na cama, com o barulho das gotas e do vento ao meu redor, não consigo senti-lo, tenho que estar aqui, a olhar para as letras, que surgem como magia. Tenho que olhar para os meus dedos para perceber que eles é que estão a premir as teclas que a minha alma dita. Não tenho muito mais para escrever. Aos poucos, sem grandes floreios "poetísticos", vou-me resignando à estrada, às ervas molhadas e curvadas que não posso tocar, ao trigo e centeio que crescem nos campos e pelos quais não posso correr, à claridade falsa de um monitor que vai sendo o meu dia-a-dia. Vou estar por fora, volto mais tarde. Até lá, fica aqui uma pequena história escrita para o Norberto e seus alunos para o dia mundial do livro. *** Um sonho li(n)do Ouço choramingar. Do meio de uns troncos velhos, cortados, chega até aos meus ouvidos um choro baixinho. Vou até lá. Sentado num velho pedaço de madeira, um pequeno ser olha pa...
Comentários
É aí que devemos mudar a roupa
e
inventar novos caminhos.
Um abraço
Estou a ver que continuas inspirado na tua escrita.
Espero que esteja tudo bem.
Fica a pergunta "Para quando o 2º livro?".
Um abraço
Bjs
saudações amigas
Corajoso é quem se modifica por dentro, mesmo sem o fazer exteriormente.
Boa semana.
À espera de me encontrar e voltar para onde eu pertenço... ou pelo menos, penso que pertenço...
Beijinhos grandes para os meus amigos queridos!
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