Guardo o olhar que choveste,
deixo as nuvens florirem
nos pastos faustos do destino,
tacteio mãos e escuridões
em busca de um dorso
com outras mãos.
Curvam-se as curvas da estrada
e as margens
que me separam da madrugada.
Empobrece-me o nada
à sombra e resguardo da minha alçada,
no noctívago sentimento
de aguardar,
à candeia ténue da Lua,
o suspiro inaudível
da vida no meu peito
a ancorar...
8 comentários:
Obrigado pela visita ao meu blog de poesia.
Boa noite.
Um abraço.
Olá mocinho.. prazer viu.. Li seu comentario e entrei aqui para conhecer. Parabéns pelo seu blog muito legal mesmo.. Convido a me conhecer em Sonhos e Carinhos. Ofereço a vc minha amizade mesmo que seja virtual pq adoro fazer novas amizades.. "Deus! Dai-nos a graça de aceitar com serenidade as coisas que não podem ser mudadas, coragem para mudar as que devem ser mudadas e sabedoria para distinguir umas das outras. (R. Nienuhr)" abraços carinhosossssss aguardo sua visita
Gostei muito do teu canto e gostei particularmente de "Fall".
Vou voltar.
Bom fim de semana.
:-)
Gostei deste poema! MUito!
http://www.escritartes.com/forum/index.php?referredby=3
Li e achei um pouco enigmático, ainda que bem construído. Gostei particularmente do texto anterior e da Farrusca.
Abraço do Zé
Olá querido José Miguel, belíssimo poema... Adorei!!!
Votos de bom Domingo, beijinhos de carinho e ternura,
Fernandinha
O nada nunca (nos) enriquece, de facto.
Bom dia.
Peço permissão para aqui ancorar o suspiro que se escapou ao ler as suas palavras. =)
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