Há um fina membrana, chamada esquecimento, que se rompe apenas quando se libertam de nós os últimos resquícios de egoísmo e maldade. Há todo um mundo e seres à espera, à nossa espera, infinito, indolor, sem tempo ou solidão, escrito e sonhado por quem se lembrou, afinal, de ser apenas quem É.
Ido futuro
Ternura, trajas vida no olhar e nos passos serenos que é o teu respirar. A mão e o pousio, o sorriso lateral que faz o mundo inteiro surgir, vazio. Saudade e o Outono que trago algures em mim, frutos caídos das noites ausentes e as nuvens, cerradas, que permeiam o vácuo entre o não e o sim. Encontra-me, nas cidades que são as avenidas vazias, entre cada pedra e mão, no ido futuro ou agora, no chão...
Comentários
Um abraço de gratidão...
Há um ano atrás, quando eu estava em desespero...me deste a tua "força"! Não poderia esquecer isso...e aqui estou
Desejo um Feliz Natal e um ano Novo pleno de Saúde e Paz.
Fraterno Natal!
Um beijo,