É um pouco contra o que quer fazer. Escrevo apenas para sentir a chuva. Deitado na cama, com o barulho das gotas e do vento ao meu redor, não consigo senti-lo, tenho que estar aqui, a olhar para as letras, que surgem como magia. Tenho que olhar para os meus dedos para perceber que eles é que estão a premir as teclas que a minha alma dita. Não tenho muito mais para escrever. Aos poucos, sem grandes floreios "poetísticos", vou-me resignando à estrada, às ervas molhadas e curvadas que não posso tocar, ao trigo e centeio que crescem nos campos e pelos quais não posso correr, à claridade falsa de um monitor que vai sendo o meu dia-a-dia. Vou estar por fora, volto mais tarde. Até lá, fica aqui uma pequena história escrita para o Norberto e seus alunos para o dia mundial do livro. *** Um sonho li(n)do Ouço choramingar. Do meio de uns troncos velhos, cortados, chega até aos meus ouvidos um choro baixinho. Vou até lá. Sentado num velho pedaço de madeira, um pequeno ser olha pa...
Comentários
Gostei.
e cada passo que dou
às vezes dói...
Mas...
sinto a firmeza,
nas minhas pernas,
nos meus gestos,
no final de cada queda...
As estrelas...
Será que sentem dor?
Parecem tão sós,
juntas mas sós...
Parece que vivem,
apenas e somente
para nos iluminar...
P.S. o teu texto está muito bonito embora muito simples mas na simplicidade às vezes pode-se dizer muito...digno de um grande amigo teu...
beijo
a sua poesia tambem e muito bela..
transborda um misto de sentimentos
algo nao demasiado ividente..
parabens por tudo
e ja agora pelo livro
abraço
a felicidade que vem dos teus poemas, inunca a Alma e o Coração de quem te lê...
A leveza...
A doçura...
Tudo se vai alterando... Até tu!
Tanta coisa boa a vir aí!
Força.
Bjs de Luz
Gostei do poema.
*
como sei que tens pouco tempo para visitar os blogues deixei um recado para todos os visitantes e venho aqui expressamente transmiti-lo.
Vou parar o meu blogue por algum tempo porque não consigo fazer tudo ao mesmo tempo pois estou envolvida noutro projecto. Logo que me sinta mais desocupada retomo.
Gostava muito de saber as tuas novidades ou seja como está a decorrer o lançamento "Para lá do que vejo" (penso que não esqueci do nome) e enfim...como vai essa vida de escritor.
Se quiseres e fica ao teu critério podes qualquer dia me enviar um email para: sildav@sapo.pt
Quero ver se o compro ainda este ano...e claro tem que ser autografado nem que compre, depois envie e depois voltares a enviar para mim.
Continua Miguel...pois estás no bom caminho!
(correcção)
(é o que faz não olhar para as letras)