É um pouco contra o que quer fazer. Escrevo apenas para sentir a chuva. Deitado na cama, com o barulho das gotas e do vento ao meu redor, não consigo senti-lo, tenho que estar aqui, a olhar para as letras, que surgem como magia. Tenho que olhar para os meus dedos para perceber que eles é que estão a premir as teclas que a minha alma dita. Não tenho muito mais para escrever. Aos poucos, sem grandes floreios "poetísticos", vou-me resignando à estrada, às ervas molhadas e curvadas que não posso tocar, ao trigo e centeio que crescem nos campos e pelos quais não posso correr, à claridade falsa de um monitor que vai sendo o meu dia-a-dia. Vou estar por fora, volto mais tarde. Até lá, fica aqui uma pequena história escrita para o Norberto e seus alunos para o dia mundial do livro. *** Um sonho li(n)do Ouço choramingar. Do meio de uns troncos velhos, cortados, chega até aos meus ouvidos um choro baixinho. Vou até lá. Sentado num velho pedaço de madeira, um pequeno ser olha pa...
Comentários
Para lá dessa capa vejo muito daquilo que és, daquilo que gostas, daquilo que sonhas...daquilo que vives! E para lá disto tudo ainda consigo ver alguém que fará sempre os outros felizes com o poder das palavras...
Parabéns!
Passa no meu blog,tenho um desafio para ti!!
Beijinhos
Será só sucesso!
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Beijos espirais.
PARABÉNS!!!!
la pode colocar o seu livro à venda na nossa livraria e nos ajudamos a divulgar nos nossos espaços:)
esperamos por si
abraço
Parabéns, e muito sucesso!
Abraço!
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