Eu

Nasci no Porto e desde escassos dias de caminho que habito na freguesia onde repousa D. Gonçalo Oveques. Travei batalhas nas trincheiras tecnológicas (informática, gestão de produção, automação industrial), com pacíficas incursões nos campos da formação e ensino onde colhi nos olhos doutros o encontro das vozes com o silêncio.
Com poucos anos de encadernação descobri  em 26 cubos de madeira, de pinho, refira-se, o expoente para a base da vida.
À timidez das palavras escondo-as foneticamente, remetendo para a imaginação ou para o papel um peculiar modo de tentar compreender as equações da vida.
As palavras proferidas saem-me mudas, por isso escrevo na procura de olhares que me escrevam.

Para mim escrever é um pouco como respirar. Preciso. Não me preocupo de que forma o faço, se é mais bonito ou eloquente, é a inspiração que preciso no momento, é o exalar de algo que, confesso, procuro ainda. Depois de escrever é muito raro ler o que escrevi, salvo alguma correcção útil por despreparo na passagem do analógico ao digital. Rio-me com muito do que escrevi, fluindo de algo mais cristalino e inocente, até ao preparado verbal que, forçosamente, me obrigo a grafar.

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Aconselho que leia o meu disclaimer, escrito há anos, mas actual.

Esta é uma casa virtual.

Entre.