2015-10-16

Não há necessariamente um início corpuscular, bastaria o vento e o sol tímido por entre as nuvens, para saber que o mundo foi feito para ser terminado em pormenores que se remetem ao olhar silencioso por entre as folhas de tília e o saborear morno e terno de uma bebida fumegante à janela de um abrigo a que chamo casa. 
Por lá estar, mesmo sem estar, remeto-me sem destinatário na esperança que a volta do correio me deixe a orbitar a certeza de a cada passo poder saltar sobre as esverdeadas pedras soltas do riacho.
Procuro.
Nem sempre me acho.

1 comentário:

Ana Pereira disse...

Boa tarde
Passei pelo teu cantinho para te dar a conhecer o meu modesto espaço de poesia.
Espero que gostes. Um abraço, Ana Pereira
http://almainspiradora.blogspot.pt/