2015-09-10

Para onde caminhas mudo com o excesso dos teus dias à socapa salientando-se, eles, pelo despropósito da eternidade que deles borbulha? Haverás conhecimento pela chuva que espreita por entre o síncrono rasgar da tarde em tons sem denominador?
Interrogo-me por entre o significado e escondo-me à vista desarmada para que nunca te esqueças de mim pelo facto de jamais me teres lembrado.
Eu não nasci, fui arado.

Sem comentários: