2015-02-16

O caminho está para mim como eu estou para o caminho, pendente de cadência e cadente de pendências, como estrelas num céu diurno, lá, sem se verem, a brilharem um lusco fusco que ninguém poderá admirar.
Por vezes, apenas por vezes, gostava que as palavras não me metaforeassem e se limitassem a escrever que, do lado de cá da atmosfera, há quem se preocupe se as estrelas brilham por brilhar ou se as palavras são como o silêncio, em silêncio devem estar.

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