2011-03-13

Rumo ao por-do-Sol de um Sol que não se vê. 
O céu ainda azul, várias camadas de nuvens, inconstantes tons de azul até um negro negrume, prenhe de chuva e, de repente, é como se eu me abandonasse da escada e fosse escalando, conceito a conceito, até ao topo de uma torrencialidade de emoções. 
Os céus são os mesmos, mas as nuvens de outrora divagam em ares jamais respirados.
And there's a slow, slow train coming...

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